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O PAPEL DO GATO NA DOENÇA DO BICHO GEOGRÁFICO

2021-05-10 11:48:15
Labovet
01
jun2021
capa bicho geografico

Os pets são os principais companheiros dos seres humanos, por isso devem ser bem cuidados para que não ofereçam riscos à saúde dos seus tutores. E falando em doenças, o bicho geográfico se destaca por ser uma zoonose, sendo o gato seu principal transmissor e hospedeiro. Nos humanos, a doença apresenta lesões cutâneas lineares semelhantes a caminhos, principalmente na região dos pés, nádegas e mãos. Já ouviu falar do bicho geográfico? Então segue a leitura que vamos te explicar mais sobre o assunto. 

A doença

O bicho geográfico é o nome popular de uma doença causada pelos parasitas Ancylostomas spp., que são comuns em países tropicais, como o Brasil. 

A contaminação dos animais é através da ingestão das larvas dos parasitas ou pela penetração das mesmas na pele. Os gatos filhotes desenvolvem sintomas mais graves, mas todos podem apresentar anemia, vômitos, perda de peso e fezes escuras e com sangue (melena).

Nos humanos, o bicho geográfico apresenta lesões que irritam e causam coceira, além de deixar vermelhidões.

Diagnóstico e tratamento do bicho geográfico

A melhor forma de identificar o bicho geográfico nos animais é através do exame coproparasitológico, com a técnica de flutuação fecal e observação dos ovos no microscópio. 

No tratamento, os medicamentos mais indicados são os que contém em sua composição o Pirantel e Fenbendazole. Além da emodepsida, a ivermectina, a milbemicina e selamectina, que também apresentaram bons resultados. A utilização dos medicamentos deve ser de 3 a 5 dias e depois um reforço após 2 semanas. É importante que procure sempre um Médico Veterinário e siga suas instruções.

O Labovet tem em seu catálogo o VermKill Plus, vermífugo que possui a ação combinada do Pirantel, Praziquantel e Fenbendazole. Eficaz no combate de endoparasitas que infectam cães e gatos. 

Prevenção

Com o crescimento da população felina, sua presença foi se tornando mais comum em praças e parques. Para passeios, brincadeiras e interação com outros animais. Isso exige um cuidado dos tutores para que seus pets e nem eles mesmos não sejam infectados. 

Ações de educação sanitária, posse responsável, recolhimento das fezes dos animais durante os passeios e vermifugação periódica são as melhores formas de prevenção contra o bicho geográfico. 

Para saber mais, leia nosso artigo técnico “Cuidado com o bicho geográfico“.